E aí, pessoal,
2010 está acabando...muitos alunos estão me perguntando o que faremos com o blog no ano que vem.
E vcs, o que sugerem para 2011?
sábado, 30 de outubro de 2010
Qual a história dos blogs?
Pessoal, veja como é bom interagir! Encontrei este "post" fazendo-blogs.blogspot.com/2006/11/qual-histria-dos-blogs.html
Alguns pesquisadores da história do blog afirmam ter sido usado pela primeira vez em Dezembro de 1997, por Jorn Barger (também autor de um dos primeiros FAQ (frequently asked questions sobre o tema) para descrever sites pessoais que fossem actualizados frequentemente e contivessem comentários e links.
Os weblogs originais eram uma mistura em proporções originais de ligações, de comentários, pensamentos e trabalhos pessoais.
Estes poderiam apenas ser criados pelos pessoas que já sabiam construir um Website.
No entanto, há quem afirme que o primeiro weblog foi o primeiro website, o site construido por Tim Berners-Lee quando criou a Web, o qual, felizmente, ficou arquivado no World Wide Web Consortium.
Segundo Primo ( 2005 ), os primeiros weblogs eram baseados em dicas de links e websites pouco conhecidos com comentários. Tinham os moldes de uma publicação eletrônica de expressão individual. Hoje já funcionam como publicações coletivas de posts com comentários abertos para qualquer participante que deseja se integrar nesta rede. Tanto os posts como os comentários podem ser habilitados e desabilitados no Blog para outras pessoas interagirem ou não, depende da metodologia de utilização que cada grupo definir.
Há pouca informação disponível sobre a história do blog. Provavelmente, é por esta razão que ainda existem várias teorias sobre o primeiro blog publicado.
Fonte: F. Costa.
Postado por Silvia Adelia
Alguns pesquisadores da história do blog afirmam ter sido usado pela primeira vez em Dezembro de 1997, por Jorn Barger (também autor de um dos primeiros FAQ (frequently asked questions sobre o tema) para descrever sites pessoais que fossem actualizados frequentemente e contivessem comentários e links.
Os weblogs originais eram uma mistura em proporções originais de ligações, de comentários, pensamentos e trabalhos pessoais.
Estes poderiam apenas ser criados pelos pessoas que já sabiam construir um Website.
No entanto, há quem afirme que o primeiro weblog foi o primeiro website, o site construido por Tim Berners-Lee quando criou a Web, o qual, felizmente, ficou arquivado no World Wide Web Consortium.
Segundo Primo ( 2005 ), os primeiros weblogs eram baseados em dicas de links e websites pouco conhecidos com comentários. Tinham os moldes de uma publicação eletrônica de expressão individual. Hoje já funcionam como publicações coletivas de posts com comentários abertos para qualquer participante que deseja se integrar nesta rede. Tanto os posts como os comentários podem ser habilitados e desabilitados no Blog para outras pessoas interagirem ou não, depende da metodologia de utilização que cada grupo definir.
Há pouca informação disponível sobre a história do blog. Provavelmente, é por esta razão que ainda existem várias teorias sobre o primeiro blog publicado.
Fonte: F. Costa.
Postado por Silvia Adelia
O homem trocado - Luis Fernando Veríssimo
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal deorientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhosredondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês
passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? - perguntou, hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?
- Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal deorientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhosredondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês
passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? - perguntou, hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?
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